Blog do Professor Pedroso


LIVRO "MOTES x PROVÉRBIOS: UMA REFLEXÃO SOBRE A ARTE DE VIVER"

AVALIAÇÃO DAS SECRETARIAS DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

Secretaria de Estado da Educação de São Paulo: O livro Motes versus Provérbios: uma Reflexão sobre a Arte de Viver de autoria de Ediberto Tadeu Pedroso versa sobre a agregação de valores éticos, morais e sociais à formação dos educandos, explicitada no artigo 1º da LDBEN, que esclarece que “a educação abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais”, contribuindo para a formação de cidadãos. O material é de fácil manuseio e utilização para o educador, que, consegue, assim, sensibilizar os educandos, através da qualidade do ensino, que lhes será oferecida, possibilitando-lhes uma melhor compreensão dos valores culturais tão ausentes em nossa sociedade nos dias atuais. Esta Secretaria entende que o livro em pauta pode auxiliar na formação ética, moral e social em nossas escolas.

Secretaria da Educação do Ceará: Com meus cumprimentos, faço referência ao expediente de V.Sa. através do qual envia cópia condensada de sua obra Motes versus Provérbios: uma Reflexão sobre a Arte de Viver acompanhada da sinopse explicativa de aplicação, para destacar, com base em parecer da Célula da Escola viva da Coordenadoria de Desenvolvimento Técnico Pedagógico da Secretaria da Educação Básica, a relevância e utilidade do material em pauta. Como produção literária ímpar no gênero, a obra consiste em útil ferramenta para os processos de ensino e aprendizagem em sala de aula, tendo em vista as possibilidades didáticas de aplicação desta ferramenta no trabalho com projetos pedagógicos tais como: leitura e escrita, arte, valores éticos, morais, sociais e outros. Para descobrir e explorar o talento, a criatividade e criticidade do alunado, a partir do livro, urge que os professores detenham a orientação pedagógica necessária para maior e melhor proveito dos recursos oferecidos.”

Secretaria de Estado da Educação de Santa Catarina: Considerando a análise do conteúdo da obra Motes versus Provérbios: uma Reflexão sobre a Arte de Viver, entendemos que o assunto contribui significativamente para o acréscimo cultural e parabenizamos pela brilhante idéia na construção desta obra.



Escrito por Pedroso às 08h17
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Administração e os novos paradigmas

São interessantes os aspectos contraditórios apresentados pelos principais precursores da administração, como foi o caso do equívoco de Taylor e Fayol ao apresentarem a eficiência como objetivo final da organização. Posteriormente, a Teoria Neoclássica veio a corrigir esta distorção, ao considerar s eficiência como meio para se atingir a eficácia administrativa.
Acompanhando a evolução do Pensamento Administrativo, é possível verificar as diferentes visões que cada uma das teorias tinha sobre o Homem, A Abordagem Clássica - Taylor e Fayol - visualizava o ser humano como Homo Economicus - O Homem Econômico. A única forma de motivar o ser humano, apesar de indolente e preguiçoso, era a remuneração. A Teoria de Relações Humanos vai visualisar o homem como Homem Social, partindo do princípio de que o ser humano, por natureza, é bom e não gera conflitos organizacionais. A Teoria Estruturalista, por seu lado, vê no ser humano o autêntico Homem Organizacional, aquele que vive em uma sociedade de organizações. A Teoria Behaviorista ou do Comportamento Humano consegue visualizar o Homem Administrativo, aquele que busca tomar decisões satisfatórias para satisfazer os interesses da organização e os interesses dos funcionários. A Teoria Sistêmica considera o ser humano como Homem Funcional, aquele que exerce funções em diferentes organizações. E a Teoria Contingencial, por sua vez, visualiza no ser humano o Homem Complexo. Para a Teoria Contingencial, não é possível atingir a eficácia organizacional seguindo um único e exclusivo modelo organizacional, porque as organizações estão sofrendo constantemente influências diretas tanto do ambiente quanto da tecnologia.

CRÉDITOS: Livro, ADMINISTRAÇÃO E OS NOVOS PARADIGMAS
AUTOR: Ediberto Tadeu Pedroso
EDITORA: http://www.qualitymark.com.br

 

* A administração é uma ciência. Administrar a própria vida é uma arte. Faça dela uma obra-prima. (João Catarin Mezomo)



Escrito por Pedroso às 17h19
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PARTE 3

RH - Essa valorização significa obrigatoriamente altos investimentos?

Ediberto Tadeu Pedroso - Não necessariamente. A valorização, às vezes, depende mais da forma de relacionamento superior-subordinado do que no treinamento de técnicas de execução da atividade operacional, propriamente dita. Por exemplo, dizer a quem está sendo delegado que compete a ele trazer soluções à organização e não problemas é uma das formas eficazes de demonstrar confiança incondicional, de demonstrar que ele tem liberdade de ação, de estimular a sua criatividade. É mostrar-lhe que a dificuldade é a mãe da criatividade. Um outro passo fundamental é mostrar que todos, indistintamente, são importantes na organização, desde o executivo até o mais humilde colaborador.

RH - Qual a importância do profissional de RH no processo de valorização do ser humano?

Ediberto Tadeu Pedroso - Um dos importantes papéis do profissional de RH é o de manter a motivação do pessoal, pois colaborador motivado é colaborador valorizado. Um profissional de RH moderno, competente, dinâmico, vai ter condições de bem motivar e orientar o pessoal. Vai mostrar que, no exercício de sua profissão, o colaborador deve confiar sempre, mas nunca imaginar que as pessoas não possam se enganar ou enganar. Vai mostrar-lhe: que não se deve empregar energias para derrubar concorrentes, e sim para superá-los em competência; que não deve trabalhar demais, e sim melhor; que deve sempre fazer opções ricas e nobres, afastando-se de tudo o que for mesquinho; que não deve manipular as pessoas, mas ser leal com todos, pois só agindo assim será respeitado e terá amigos; que não deve ter apenas princípios, mas também valores, pois são eles que dão sentido, direção e mérito à profissão e à vida.

RH -A presença de um RH estratégico fortalece a cultura de valorização do ser humano?

Ediberto Tadeu Pedroso - Só onde houver a presença de um RH estratégico será possível fortalecer a cultura de valorização do ser humano. Isto porque a unidade de RH deve ser parte da estratégia da organização, deve implementar procedimentos de Recursos Humanos para atender à legislação brasileira nas esferas municipal, estadual e federal e atender às tendências da sociedade.

RH - Nesse caso, quais seriam as principais metas a serem atingidas por um RH estratégico?

Ediberto Tadeu Pedroso - Dentro desse contexto, a unidade de RH deve buscar atingir três metas dentro da organização. A primeira é atrair uma força de trabalho efetiva através do planejamento de Recursos Humanos, recrutamento e seleção de pessoal. A segunda está voltada a desenvolver uma força de trabalho efetiva, através de programas de orientação e treinamento. A terceira meta compreende manter um quadro de colaboradores efetivos. Assim, um eficaz gestor de pessoas deve manter um saudável relacionamento pessoal com os funcionários para conseguir um melhor desenvolvimento e máxima utilização do potencial humano. O gestor atua como se fosse um maestro que rege uma orquestra. Conhece todos os instrumentos, tem especialidade em alguns deles, mas, acima de tudo, deve ser um hábil coordenador. Deve criar condições, para que a orquestra consiga desempenhar o seu papel, ou seja, executar com perfeição as peças musicais e assim sensibilizar o público.



Escrito por Pedroso às 17h05
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PARTE 2

RH - Que benefícios a visão de gestão humanista traz às empresas em todo seu conjunto?

Ediberto Tadeu Pedroso - Um dos benefícios que essa visão de gestão humanista traz às organizações, inegavelmente, é um novo estilo de agir econômico, onde o lucro passa a ser considerado meio e não fim em si mesmo. E assim, na medida em que os trabalhadores tornam-se conscientes de que não trabalham somente para o próprio bem-estar ou o da empresa, mas por uma finalidade social que tem dimensões nacionais, os objetivos organizacionais passam a constituir um incentivo à produtividade, trazendo, em contrapartida, substanciais progressos no relacionamento entre empresários, trabalhadores e empresa. Comprovadamente, a prática vem demonstrando que a produtividade e a solidariedade podem andar juntas.

RH - Investir na valorização do homem é um caminho garantido para o sucesso de uma empresa?

Ediberto Tadeu Pedroso - Curiosamente, ainda é elevado o número de executivos que encontram dificuldades para manter relacionamentos sociais e profissionais, sobretudo com pessoas que executam atividades pouco nobres ou rotineiras. Os profissionais que conseguem alcançar um elevado status organizacional desenvolvem, ao mesmo tempo, um espírito de arrogância e de falta de compreensão para com as pessoas menos qualificadas. A competência interpessoal não é um luxo, é uma necessidade, considerando que uma das mais complexas tarefas enfrentadas pelos executivos é a de lidar com o ser humano. Daí porque investir na valorização do homem é caminho garantido para o sucesso da organização.

rH - Organizações que não valorizarem seus profissionais fatalmente perderão espaço no mercado?

Ediberto Tadeu Pedroso - Com a radical mudança de comportamento da sociedade, as empresas estão começando a investir na valorização do homem. Basta observar que, apenas algumas décadas atrás, a sociedade não tinha voz e vez. Hoje em dia, não são apenas as organizações que ditam as regras de mercado. A própria sociedade possui importantes mecanismos de pressão social como, por exemplo, o Código de Proteção do Consumidor que, recentemente, teve seu poder ampliado após parecer final dado pelo Supremo Tribunal Federal incluindo, também, os serviços bancários. Portanto, as organizações que não valorizarem seus profissionais inegavelmente perderão espaço no mercado.

RH - Então, valorizar as pessoas tornou-se uma estratégia competitiva?

Ediberto Tadeu Pedroso - Você disse bem. Valorizar as pessoas tornou-se uma estratégia competitiva. Veja bem, ao se falar em estratégia competitiva pensa-se imediatamente em marketing estratégico. Por quê? Porque é papel de marketing contribuir com estratégias competitivas para conquistar mercados. Por isso, há correntes que destacam a importância tanto de clientes externos, quanto de clientes internos. E os clientes internos nada mais são do que os colaboradores diretos da organização. De forma mais sofisticada, há os que defendem a importância do endomarketing. E o que é o endomarketing, senão o marketing feito para dentro da organização, buscando valorizar os colaboradores, por serem fundamentais na conquista da produtividade e lucratividade.

RH - Geralmente, onde as empresas erram ao implantar ações que visam valorizar o potencial humano?

Ediberto Tadeu Pedroso - Inúmeros são os fatores que podem levar ao fracasso um programa de valorização do potencial humano. Uma das falhas na valorização do potencial humano, por exemplo, está em menosprezar a confiança. Ou seja, delegar sem confiar, isto é, delegar apenas formalmente, mas sem permitir autonomia nas ações. É a chamada delegação de direito, mas não de fato. Um outro erro freqüentemente cometido é a valorização feita de forma discriminada ao demonstrar preferências por este ou aquele colaborador. Uma terceira falha é a prepotência. E explico. Raros são os executivos que descem ao nível de seus subordinados para ouvi-los e entendê-los. Comumente, é o superior hierárquico que exige que seu subordinado eleve-se ao seu nível para melhor entendê-lo em suas determinações, sem que se precise detalhar as orientações já transmitidas.



Escrito por Pedroso às 17h05
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Valorização do capital humano

RH.COM

PARTE 1

Ao contrário do que muitos imaginam, as ações motivacionais não são restritas apenas a programas de premiações, salários atraentes ou cestas recheadas de benefícios diferenciados. Se assim o fosse, as grandes e estruturadas empresas não se preocupariam e estariam sempre atentas aos índices de rotatividade. Claro que incentivos externos pesam na satisfação dos colaboradores, mas nem sempre são suficientes para reter talentos. Se essas ações não são suficientes para assegurar a motivação, então, o que mais pode ser feito? As organizações também precisam ficar atentas à valorização do ser humano, considerando não apenas o lado material, mas também as relações interpessoais e como o profissional se sente diante do papel que exerce diante do negócio. É necessário, em alguns casos, observar e deixar de lado a arrogância e o orgulho que podem contaminar profissionais que assumem determinadas funções de destaque, uma vez que o comportamento dos gestores influencia e compromete diretamente o clima organizacional. Por isso, é salutar rever constantemente conceitos e atitudes. Para falar sobre a valorização do capital humano e saber que fatores influenciam a motivação corporativa, o RH.com.br entrevistou, Ediberto Tadeu Pedroso. Pesquisador em comportamento organizacional, ele afirma que com a presença das mudanças as empresas passaram a praticar uma gestão mais humanizada. "A sinceridade transformou-se em qualidade essencial para o bom relacionamento entre as pessoas, daí porque o gestor de pessoas necessita merecer a confiança", ressalta. Confira a entrevista na íntegra e aproveite a leitura!

RH.com.br - O mundo vive um constante processo de transformação. Nesse contexto, o que mudou para as empresas?

Ediberto Tadeu Pedroso - Como a globalização já é um fato consumado, não há mais condições de as empresas sustentarem o tradicional mote de que "o único objetivo é atingir a máxima lucratividade", como se o lucro fosse o fim em si mesmo. Nos dias atuais, quem insistir nesta forma ultrapassada de pensar, neste velho estilo de agir econômico, estará pondo em risco a sobrevivência da própria organização. Dizia um importante executivo americano que "a estupidez é infinitamente mais fascinante que a inteligência, pois a inteligência tem limites e a estupidez, não". Quem se arriscaria a tentar motivar seus funcionários pedindo-lhes para que, diariamente, acordem cedo, pulem da cama e trabalhem com entusiasmo para aumentar a riqueza dos acionistas? Muitas decisões tomadas pelos administradores exigem que sejam levadas em conta as pessoas que serão afetadas, tanto em termos do resultado como do processo.

RH - Essas transformações foram favoráveis aos colaboradores?

Ediberto Tadeu Pedroso - Eu diria que esse processo de transformação apenas começou. Apesar de haver contradições e patologias nas organizações modernas criadas pela tecnologia, pela lógica de mercado, pelo lobby, pela especulação financeira e leis injustas, que visam tão somente a concentração de rendas, há que se contabilizar também os aspectos positivos sinalizados nesse processo, que são favoráveis aos colaboradores. Por exemplo, até a alguns anos, considerava-se empresa moderna aquela que investia pesadamente em maquinário e sistemas. Atualmente, as organizações estão correndo atrás daquilo que se pode definir como a última descoberta da tecnologia: o ser humano.

RH - Com a presença das mudanças, podemos afirmar que as organizações passaram a ficar mais voltadas a praticarem uma gestão humanizada?

Ediberto Tadeu Pedroso - De fato, com a presença das mudanças as organizações passaram a praticar uma gestão mais humanizada, mas não só em relação aos colaboradores ao se estender, também, aos seus stakeholders, ou seja, aos que de forma direta ou indireta contribuem para o bom desempenho da empresa como, por exemplo, acionistas ou proprietários, colaboradores, clientes, fornecedores e distribuidores, concorrentes, governantes e membros da comunidade em que a organização está inserida. Para exemplificar, podemos citar a instituição do ombudsman que está disseminando-se rapidamente entre as organizações, cujo papel central é a proteção dos direitos individuais e fiscalização das leis.

RH - Qual o perfil de uma empresa que valoriza o ser humano?

Ediberto Tadeu Pedroso - Como há pessoas que desculpam os erros, não a farsa, a autenticidade torna-se cada vez mais necessária e importante numa sociedade em que a farsa é o comportamento mais comum para vencer ou sobreviver na crescente competição. A sinceridade transformou-se em qualidade essencial para o bom relacionamento entre as pessoas, daí porque o gestor de pessoas necessita merecer a confiança. Penso que o mundo de hoje tem necessidade de autênticos gestores de pessoas que saibam organizar a vida, saibam prever os percursos, compreendam que quanto mais pensam nos outros tanto mais são carismáticos, sem trair a própria humanidade e, sobretudo, a própria identidade. Portanto, o perfil de uma empresa que valoriza o ser humano deve levar em consideração pontos essenciais: mudar seu estilo de agir econômico, para lograr a busca contínua do equilíbrio entre objetivos econômicos e objetivos sociais.

 



Escrito por Pedroso às 17h05
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PARA REFLEXÃO...

MOTE: Ordem e Progresso.

versus

PROVÉRBIO: Ordem e Progresso com justiça social.



Escrito por pedroso às 14h59
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QUEM QUER BRILHAR...?

 

Gosto muito de utilizar esta pergunta provocativa: “Quem quer brilhar?” É interessante observar as fisionomias de espanto e de perplexidade que se estampam nos rostos dos alunos ante tal pergunta.

De fato, pensam os alunos, qual a razão dessa pergunta tão infantil, tão insensata feita pelo professor? Não tem nenhum cabimento um professor universitário fazer uma pergunta dessa natureza, completamente sem nexo, sem nenhum sentido.

Imediatamente peço desculpas aos alunos pela formulação indevida de tal pergunta. Demonstrando total resignação pelo “erro” cometido, simulo retirar a referida pergunta para amenizar desconfortos e constrangimentos entre os educandos.

Mas, inesperadamente, retorno novamente à pergunta original alegando que, como o erro já foi cometido, não há razão nenhuma para o aluno não responder a esta tão inqualificável pergunta. Esta minha reação provocativa reacende novamente a perplexidade entre os alunos.

Um aluno mais corajoso resolve finalmente manifestar-se e afirma taxativamente:

Aluno - Eu quero brilhar, e é por isso que estou aqui freqüentando o curso superior. Tenho certeza, professor, de que este é, também, o desejo de todos os alunos desta sala.

Encorajados pela resposta, os demais alunos se sentem à vontade para confirmar a afirmativa do colega.

Fitando-os seriamente, assim me pronuncio:

Professor - Já que todos vocês desejam brilhar, sou voto vencido. Logo, não me resta outra alternativa, senão a de concordar com vocês. Certo?

Alunos – Certo.

Professor - Ledo engano. Eu não vou concordar com vocês, vou discordar.

Alunos - Por que?

Professor - Porque eu não quero brilhar. Quero muito mais do que isso. Eu desejo iluminar e não precisar depender dos outros. Quero que os outros dependam de mim. A propósito, vocês sabem o que está escrito na bandeira da Cidade de São Paulo?

Alunos – Não

   Professor - Então vou lhes dizer. Na bandeira da Cidade de São Paulo está escrito: “Non ducor, duco”. É um mote, é uma expressão em latim que significa: “Não sou conduzido, conduzo”. Quem ilumina conduz, quem brilha é conduzido. 

Quem brilha, para brilhar depende da luz de alguém, porque não tem luz própria, não tem opinião própria. Se não tem opinião própria, não consegue conduzir, só consegue ser conduzido.



Escrito por pedroso às 14h38
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Obras lançadas

Conheçam estes meus recentes lançamentos:

1) "MOTES X PROVÉRBIOS uma Reflexão sobre a Arte de Viver"

2) "PENSAMENTOS PARA O AGIR ÉTICO"

3) "HUMANIZAR A ADMINISTRAÇÃO com Sabedoria e Competência" 

4) "ADMINISTRAÇÃO E OS NOVOS PARADIGMAS"



Escrito por pedroso às 14h27
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